A avaliação dos alunos com necessidades educativas especiais, abrangidos pelo Decreto-Lei n.º 3/2008, de 07/01, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 21/2008, de 12/05, são avaliados, regra geral, pelas normas definidas pelo Decreto Regulamentar n.º 1/2005, de 05/01, com as alterações introduzidas pelo Decreto Regulamentar n.º 18/2006, de 14/03, e pelo Decreto Regulamentar n.º 5/2007, de 10/01.
O n.º 77 refere que "Os alunos abrangidos pela modalidade de educação especial serão avaliados, salvo o disposto no número seguinte, de acordo com o regime de avaliação definido no presente diploma."
O número seguinte, embora desactualizado na nomenclatura, refere que os alunos com adequações no processo de avaliação, devidamente explicitadas e fundamentadas, serão avaliados nos termos definidos no programa educativo individual.
Acrescenta, ainda, que os alunos que beneficiavam do antigo currículo alternativo, actual currículo específico individual, ficam dispensados da realização dos exames nacionais do 9º ano. Para estes alunos, o currículo específico individual, atendendo à sua especificidade e ao provável ou possível desvio do currículo comum, deve definir os critérios, as modalidades e os intrumentos de avaliação a aplicar.
quarta-feira, 18 de Novembro de 2009
terça-feira, 17 de Novembro de 2009
Genética: Pequena diferença num gene comum aos chimpanzés pode ser chave da fala nos humanos
Cientistas norte-americanos descobriram uma mutação num gene comum aos humanos e aos chimpanzés que poderá ajudar a explicar por que razão uns falam e os outros não.
Segundo um estudo hoje publicado na revista Nature, a mutação consiste numa diferença em apenas duas das centenas de moléculas do gene FOXP2 que terá ocorrido quando os humanos desenvolveram a capacidade de falar.
Não será provavelmente o único gene envolvido no desenvolvimento da fala e da linguagem, mas os investigadores concluíram que actua de modo diferente nos humanos e nos chimpanzés.
Pouco se sabe sobre o processo de evolução e desenvolvimento da fala entre os humanos, mas testes laboratoriais mostraram que a versão humana do FOXP2 regula uma rede diferente de outros genes ligados à linguagem.
Esse gene 'desempenha realmente um papel importante nas diferenças entre humanos e chimpanzés', afirmou o principal autor do estudo, Daniel Geschwind, professor de neurologia, psiquiatria e genética humana na Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA).
Estudos anteriores sobre a evolução já tinham sugerido uma variação do gene entre o homem e o chimpanzé devida às duas moléculas alteradas e o impacto possível dessa diferença na capacidade de falar.
'O nosso estudo faz a demonstração experimental dessa diferença', sublinhou Geschwind.
O desenvolvimento da investigação deste e de outros genes poderá abrir caminho a tratamentos genéticos para pessoas com dificuldades de desenvolvimento da linguagem, como no caso do autismo, por identificar alvos terapêuticos, assinalou o cientista.
Perspectiva idêntica foi avançada por outra autora do estudo, Genevieve Konopka, também da UCLA, segundo a qual a descoberta dos genes influenciados permitiu 'identificar um conjunto de novas ferramentas para estudar como poderá ser regulada a linguagem humana a nível molecular'.
No autismo ou na esquizofrenia, esses processos moleculares poderão permitir 'compreender melhor o impacto dessas patologias na capacidade do cérebro de utilizar a linguagem', concluiu.
Segundo um estudo hoje publicado na revista Nature, a mutação consiste numa diferença em apenas duas das centenas de moléculas do gene FOXP2 que terá ocorrido quando os humanos desenvolveram a capacidade de falar.
Não será provavelmente o único gene envolvido no desenvolvimento da fala e da linguagem, mas os investigadores concluíram que actua de modo diferente nos humanos e nos chimpanzés.
Pouco se sabe sobre o processo de evolução e desenvolvimento da fala entre os humanos, mas testes laboratoriais mostraram que a versão humana do FOXP2 regula uma rede diferente de outros genes ligados à linguagem.
Esse gene 'desempenha realmente um papel importante nas diferenças entre humanos e chimpanzés', afirmou o principal autor do estudo, Daniel Geschwind, professor de neurologia, psiquiatria e genética humana na Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA).
Estudos anteriores sobre a evolução já tinham sugerido uma variação do gene entre o homem e o chimpanzé devida às duas moléculas alteradas e o impacto possível dessa diferença na capacidade de falar.
'O nosso estudo faz a demonstração experimental dessa diferença', sublinhou Geschwind.
O desenvolvimento da investigação deste e de outros genes poderá abrir caminho a tratamentos genéticos para pessoas com dificuldades de desenvolvimento da linguagem, como no caso do autismo, por identificar alvos terapêuticos, assinalou o cientista.
Perspectiva idêntica foi avançada por outra autora do estudo, Genevieve Konopka, também da UCLA, segundo a qual a descoberta dos genes influenciados permitiu 'identificar um conjunto de novas ferramentas para estudar como poderá ser regulada a linguagem humana a nível molecular'.
No autismo ou na esquizofrenia, esses processos moleculares poderão permitir 'compreender melhor o impacto dessas patologias na capacidade do cérebro de utilizar a linguagem', concluiu.
A Question About a Diagnosis
Re “The Short Life of a Diagnosis” (Op-Ed, Nov. 10):
I’m writing in support of Simon Baron-Cohen’s argument for maintaining the diagnosis of Asperger’s syndrome in the Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders.
My son and I have Asperger’s syndrome. I’ve written, produced and directed 10 DVDs about Asperger’s syndrome and autism. I’ve just finished a DVD about people with the condition who have beaten long odds and found steady employment. A common link among these employees is that they all disclosed the condition to their employers, got some reasonable accommodations and worked hard to modify challenging behaviors.
Changing the diagnosis to “autism spectrum disorder” will make job applicants less likely to disclose — and employers less likely to understand and accept — their capabilities and challenges.
In the real world, continuing to use the diagnosis of Asperger’s syndrome as a condition on the autism spectrum does no harm and will help talented, deserving people find and keep employment.
Dan Coulter
Winston-Salem, N.C., Nov. 10, 2009
•
To the Editor:
As a physician who has been involved in the development of diagnostic criteria for pain medicine and psychiatry, I take issue with Simon Baron-Cohen’s discussion of classification of disorders in psychiatry.
Mr. Baron-Cohen states, “Psychiatry is not at the stage of other branches of medicine, where a diagnostic category depends on a known biological mechanism.” If he knows the biological mechanism that causes fibromyalgia or most cases of low back pain or innumerable disorders in all fields of medicine the etiologies of which are still unknown, I wish he would enlighten the rest of us.
He also argues that changes in the number and types of disorders included in the various editions of the Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders indicate a lack of science unique to psychiatry. If one were to compare the list of disorders in any medical specialty from 1952, when the first edition of the psychiatric classification system, DSM-I, was published, to today, one would find many changes, including a great increase in the number of diagnoses reflecting increased knowledge and changes in medical practice.
Steven A. King
New York, Nov. 10, 2009
•
To the Editor:
Thanks to Simon Baron-Cohen for discussing some of the issues surrounding the potential loss of Asperger’s syndrome as a diagnosis in the Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders.
I have a background in psychology and am the mother of a 5-year-old who received a diagnosis in January, and the more time we spend with other children on the autism spectrum, the more I sense that there is a true difference, if mainly qualitative.
It is not something that can easily be described in bullet-form criteria, as the D.S.M. features, and the current criteria are questionable in and of themselves.
I would encourage anyone who wants a better understanding of the qualitative feel of the condition to go back and read the writings of Hans Asperger himself. Full of genuine affection and real-life examples of behavior, Asperger writes convincingly and authoritatively of children he recognized as both part of the autistic family and a distinct subgroup.
Amanda J. Hammond
Guelph, Ontario, Nov. 10, 2009
•
To the Editor:
Simon Baron-Cohen should make a distinction between language and speech. Many people with autism have difficulty speaking or have no speech at all. But language can exist independent of speech.
As we learn that the autistic can have “hidden” language, we will have a much better idea of how to define these syndromes.
Meanwhile, chopping and changing diagnoses can leave people with Asperger’s without a guaranteed right to an education.
Mary L. Flanagan
Port Washington, N.Y., Nov. 11, 2009
•
To the Editor:
Removing Asperger’s syndrome from the Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders would be a mistake. Just look at current autism statistics, which lump classic autism and Asperger’s syndrome into one group.
Autism affects 1 in 91 children, according to Autism Speaks, a science and advocacy organization. Though my son who has severe autism is counted in that number, he is part of a subset of individuals who look completely different from those with Asperger’s syndrome.
My son is nonverbal and requires round-the-clock supervision, while a person with Asperger’s syndrome often leads a “normal” life.
The autism statistic of 1 in 91, however, does nothing to highlight these important distinctions. One term for all would be to homogenize a category that is disturbingly broad.
Annie Lubliner Lehmann
West Bloomfield, Mich., Nov. 11, 2009
The writer is the author of “The Accidental Teacher: Life Lessons From My Silent Son.”
I’m writing in support of Simon Baron-Cohen’s argument for maintaining the diagnosis of Asperger’s syndrome in the Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders.
My son and I have Asperger’s syndrome. I’ve written, produced and directed 10 DVDs about Asperger’s syndrome and autism. I’ve just finished a DVD about people with the condition who have beaten long odds and found steady employment. A common link among these employees is that they all disclosed the condition to their employers, got some reasonable accommodations and worked hard to modify challenging behaviors.
Changing the diagnosis to “autism spectrum disorder” will make job applicants less likely to disclose — and employers less likely to understand and accept — their capabilities and challenges.
In the real world, continuing to use the diagnosis of Asperger’s syndrome as a condition on the autism spectrum does no harm and will help talented, deserving people find and keep employment.
Dan Coulter
Winston-Salem, N.C., Nov. 10, 2009
•
To the Editor:
As a physician who has been involved in the development of diagnostic criteria for pain medicine and psychiatry, I take issue with Simon Baron-Cohen’s discussion of classification of disorders in psychiatry.
Mr. Baron-Cohen states, “Psychiatry is not at the stage of other branches of medicine, where a diagnostic category depends on a known biological mechanism.” If he knows the biological mechanism that causes fibromyalgia or most cases of low back pain or innumerable disorders in all fields of medicine the etiologies of which are still unknown, I wish he would enlighten the rest of us.
He also argues that changes in the number and types of disorders included in the various editions of the Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders indicate a lack of science unique to psychiatry. If one were to compare the list of disorders in any medical specialty from 1952, when the first edition of the psychiatric classification system, DSM-I, was published, to today, one would find many changes, including a great increase in the number of diagnoses reflecting increased knowledge and changes in medical practice.
Steven A. King
New York, Nov. 10, 2009
•
To the Editor:
Thanks to Simon Baron-Cohen for discussing some of the issues surrounding the potential loss of Asperger’s syndrome as a diagnosis in the Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders.
I have a background in psychology and am the mother of a 5-year-old who received a diagnosis in January, and the more time we spend with other children on the autism spectrum, the more I sense that there is a true difference, if mainly qualitative.
It is not something that can easily be described in bullet-form criteria, as the D.S.M. features, and the current criteria are questionable in and of themselves.
I would encourage anyone who wants a better understanding of the qualitative feel of the condition to go back and read the writings of Hans Asperger himself. Full of genuine affection and real-life examples of behavior, Asperger writes convincingly and authoritatively of children he recognized as both part of the autistic family and a distinct subgroup.
Amanda J. Hammond
Guelph, Ontario, Nov. 10, 2009
•
To the Editor:
Simon Baron-Cohen should make a distinction between language and speech. Many people with autism have difficulty speaking or have no speech at all. But language can exist independent of speech.
As we learn that the autistic can have “hidden” language, we will have a much better idea of how to define these syndromes.
Meanwhile, chopping and changing diagnoses can leave people with Asperger’s without a guaranteed right to an education.
Mary L. Flanagan
Port Washington, N.Y., Nov. 11, 2009
•
To the Editor:
Removing Asperger’s syndrome from the Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders would be a mistake. Just look at current autism statistics, which lump classic autism and Asperger’s syndrome into one group.
Autism affects 1 in 91 children, according to Autism Speaks, a science and advocacy organization. Though my son who has severe autism is counted in that number, he is part of a subset of individuals who look completely different from those with Asperger’s syndrome.
My son is nonverbal and requires round-the-clock supervision, while a person with Asperger’s syndrome often leads a “normal” life.
The autism statistic of 1 in 91, however, does nothing to highlight these important distinctions. One term for all would be to homogenize a category that is disturbingly broad.
Annie Lubliner Lehmann
West Bloomfield, Mich., Nov. 11, 2009
The writer is the author of “The Accidental Teacher: Life Lessons From My Silent Son.”
domingo, 15 de Novembro de 2009
ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DE ALUNOS COM PERTURBAÇÃO DO ESPECTRO DO AUTISMO
Objectivo
Sentindo a necessidade de representatividade e defesa dos Pais e Encarregados de Educação que têm educandos com Autismo nas escola, um grupo de Pais teve a iniciativa de por em marcha a constituição desta Associação. Esta tem como objectivo apoiar, representar e defender as Famílias que têm os seus filhos matriculados em escolas da rede publica e privada, em Unidades de Ensino Estruturado, em turmas regulares ou em escolas de ensino especial desde o Jardim de Infância até ao Secundário.
Mas este papel para o qual nos propomos será sempre desempenhado em parceria com as Associações de Pais das Escolas, Federações e Confederações de Pais para que em parceria se consiga resolver os problemas existentes, fazer propostas para o futuro e acima de tudo conseguir fazer com que estes alunos tenham qualidade nos apoios consagrados em Decreto de lei e desta forma estes tenham a sua integração na comunidade escolar, consigam atingir o sucesso escolar, a sua autonomia e no futuro sejam membros integrados na sociedade.
Queremos incentivar a participação no processo educativo dos Pais e Encarregados de Educação para que de facto sejam eles a definir, em parceria com todos os intervenientes no processo educativo, o percurso escolar dos seus educandos. Também desejamos fazer formação para os Pais e Encarregados de Educação ao nível dos seus direitos, dos seus deveres, da sua participação na construção do Programa Educativo Individual dos seus educandos.
Convocatoria
Por estes motivos convocam-se todos os Pais e Encarregados de Educação dos Alunos com Perturbação do Espectro do Autismo para a reunião de constituição da Associação de Pais e Encarregados de Educação, a realizar na sede da FECAP na Rua Nossa Senhora das Dores, no Porto, pelas 16h00 do dia 28 de Novembro de 2009, com a seguinte Ordem de Trabalhos:
1. Apresentação das razões que levou a necessidade de constituição desta Associação;
2. Constituição da Associação de Pais (Aprovação dos Estatutos 1);
3. Eleição da Comissão Instaladora.
Porto, 14 de Novembro de 2009
Um grupo de Pais e Encarregados de Educação
(Telemóvel: 961954414 / Correio Electrónico: Fernando.ms.azevedo@gmail.com)
A proposta de Estatutos poderá ser disponibilizada digitalmente enviando o pedido para o correio electrónico acima referido
Sentindo a necessidade de representatividade e defesa dos Pais e Encarregados de Educação que têm educandos com Autismo nas escola, um grupo de Pais teve a iniciativa de por em marcha a constituição desta Associação. Esta tem como objectivo apoiar, representar e defender as Famílias que têm os seus filhos matriculados em escolas da rede publica e privada, em Unidades de Ensino Estruturado, em turmas regulares ou em escolas de ensino especial desde o Jardim de Infância até ao Secundário.
Mas este papel para o qual nos propomos será sempre desempenhado em parceria com as Associações de Pais das Escolas, Federações e Confederações de Pais para que em parceria se consiga resolver os problemas existentes, fazer propostas para o futuro e acima de tudo conseguir fazer com que estes alunos tenham qualidade nos apoios consagrados em Decreto de lei e desta forma estes tenham a sua integração na comunidade escolar, consigam atingir o sucesso escolar, a sua autonomia e no futuro sejam membros integrados na sociedade.
Queremos incentivar a participação no processo educativo dos Pais e Encarregados de Educação para que de facto sejam eles a definir, em parceria com todos os intervenientes no processo educativo, o percurso escolar dos seus educandos. Também desejamos fazer formação para os Pais e Encarregados de Educação ao nível dos seus direitos, dos seus deveres, da sua participação na construção do Programa Educativo Individual dos seus educandos.
Convocatoria
Por estes motivos convocam-se todos os Pais e Encarregados de Educação dos Alunos com Perturbação do Espectro do Autismo para a reunião de constituição da Associação de Pais e Encarregados de Educação, a realizar na sede da FECAP na Rua Nossa Senhora das Dores, no Porto, pelas 16h00 do dia 28 de Novembro de 2009, com a seguinte Ordem de Trabalhos:
1. Apresentação das razões que levou a necessidade de constituição desta Associação;
2. Constituição da Associação de Pais (Aprovação dos Estatutos 1);
3. Eleição da Comissão Instaladora.
Porto, 14 de Novembro de 2009
Um grupo de Pais e Encarregados de Educação
(Telemóvel: 961954414 / Correio Electrónico: Fernando.ms.azevedo@gmail.com)
A proposta de Estatutos poderá ser disponibilizada digitalmente enviando o pedido para o correio electrónico acima referido
Handwriting Is Real Problem For Children With Autism
ScienceDaily (Nov. 10, 2009) — Handwriting skills are crucial for success in school, communication, and building children's self-esteem. The first study to examine handwriting quality in children with autism spectrum disorders (ASD) has uncovered a relationship between fine motor control and poor quality of handwriting in children with ASD, according to research published in the November 10, 2009, issue of Neurology®, the medical journal of the American Academy of Neurology.
The study, conducted by researchers at the Kennedy Krieger Institute, compared handwriting samples, motor skills, and visuospatial abilities of children with ASD to typically developing children. The researchers found that overall, the handwriting of children with ASD was worse than typically developing children. Specifically, children with ASD had trouble with forming letters, however in other categories, such as size, alignment, and spacing, their handwriting was comparable to typically developing children. These findings build on previous studies examining motor skills and ASD conducted in 2009 by Kennedy Krieger researchers.
Parents of children with ASD are often the first ones to observe their child's poor handwriting quality. This study identifies fine motor control as a root source of the problem and demonstrates that children with ASD may not experience difficulties across all domains, just forming letters. By identifying handwriting as a legitimate impairment, parents, teachers and therapists will now be able to pursue techniques that will improve children's handwriting.
"The ability to keep up in classes and convey ideas through handwriting is fundamental to life," said Christina Fuentes, lead study author and researcher at the Kennedy Krieger Institute. "Knowing the causes of impairment allows us to strategically identify techniques that will help children with ASD improve their handwriting. Our study suggests that teaching children how to form letters, in combination with general training of fine motor control through techniques that include stabilizing the arm and the use of proper writing utensils, may be the best direction for improving handwriting performance."
About the study
Researchers administered a total of three tests to 14 children with ASD and 14 typically developing children. The handwriting samples were scored on legibility, form, alignment, size and spacing. The children's motor skills were then assessed using the Revised Physical and Neurological Examination for Subtle Sign (PANESS). The PANESS consisted of multiple categories such as gait tasks (heel walking), balance tasks (hopping on one foot) and timed movements (repetitive and patterned movements). Lastly, the children's visuospatial skills were assessed using the Block Design test in which they were timed to reconstruct large designs by properly assembling a set of blocks.
With no significant difference between the typically developing children and children with ASD groups in age, perceptual reasoning IQ, and the Block Design scores, a significant difference was found for performance on the PANESS, with the typically developing children performing better. Researchers found children with ASD's total handwriting scores were lower than typically developing children due to the quality of their letter formation. Researchers also found that motor ability, specifically for timed movements, was a strong predictor of handwriting performance in children with ASD as opposed to age, intelligence, and visuospatial abilities.
"Identifying this fine motor deficiency in handwriting provides important insight about ASD," said Dr. Amy Bastian, corresponding study author and Director of the Motion Analysis Laboratory at the Kennedy Krieger Institute. "It provides another example of motor skill problems that may give us cues for other deficits with socialization and communication. Furthermore, occupational therapists and teachers can now take the information from this study and apply it to the students they see on a daily basis."
This study was sponsored by Autism Speaks and the National Institutes of Health.
The study, conducted by researchers at the Kennedy Krieger Institute, compared handwriting samples, motor skills, and visuospatial abilities of children with ASD to typically developing children. The researchers found that overall, the handwriting of children with ASD was worse than typically developing children. Specifically, children with ASD had trouble with forming letters, however in other categories, such as size, alignment, and spacing, their handwriting was comparable to typically developing children. These findings build on previous studies examining motor skills and ASD conducted in 2009 by Kennedy Krieger researchers.
Parents of children with ASD are often the first ones to observe their child's poor handwriting quality. This study identifies fine motor control as a root source of the problem and demonstrates that children with ASD may not experience difficulties across all domains, just forming letters. By identifying handwriting as a legitimate impairment, parents, teachers and therapists will now be able to pursue techniques that will improve children's handwriting.
"The ability to keep up in classes and convey ideas through handwriting is fundamental to life," said Christina Fuentes, lead study author and researcher at the Kennedy Krieger Institute. "Knowing the causes of impairment allows us to strategically identify techniques that will help children with ASD improve their handwriting. Our study suggests that teaching children how to form letters, in combination with general training of fine motor control through techniques that include stabilizing the arm and the use of proper writing utensils, may be the best direction for improving handwriting performance."
About the study
Researchers administered a total of three tests to 14 children with ASD and 14 typically developing children. The handwriting samples were scored on legibility, form, alignment, size and spacing. The children's motor skills were then assessed using the Revised Physical and Neurological Examination for Subtle Sign (PANESS). The PANESS consisted of multiple categories such as gait tasks (heel walking), balance tasks (hopping on one foot) and timed movements (repetitive and patterned movements). Lastly, the children's visuospatial skills were assessed using the Block Design test in which they were timed to reconstruct large designs by properly assembling a set of blocks.
With no significant difference between the typically developing children and children with ASD groups in age, perceptual reasoning IQ, and the Block Design scores, a significant difference was found for performance on the PANESS, with the typically developing children performing better. Researchers found children with ASD's total handwriting scores were lower than typically developing children due to the quality of their letter formation. Researchers also found that motor ability, specifically for timed movements, was a strong predictor of handwriting performance in children with ASD as opposed to age, intelligence, and visuospatial abilities.
"Identifying this fine motor deficiency in handwriting provides important insight about ASD," said Dr. Amy Bastian, corresponding study author and Director of the Motion Analysis Laboratory at the Kennedy Krieger Institute. "It provides another example of motor skill problems that may give us cues for other deficits with socialization and communication. Furthermore, occupational therapists and teachers can now take the information from this study and apply it to the students they see on a daily basis."
This study was sponsored by Autism Speaks and the National Institutes of Health.
Congresso Internacional para Docentes de Educação EspecialTema: Ser Professor de Educação Especial
Local: Lisboa
Data: 27, 28 e 29 de Novembro de 2009
A Pró Inclusão - Associação Nacional de Docentes de Educação Especial pretende contribuir para uma maior identidade e desenvolvimento da profissionalidade dos docentes de Educação Especial na busca de padrões de excelência e inovação nas práticas, na investigação e nas políticas e promover uma educação de qualidade para os alunos com Necessidades Educativas Especiais no âmbito dos valores da Inclusão. Neste sentido, vai organizar este Congresso Internacional. Pode consultar o programa em http://proinclusao.com.sapo.pt/programa.html
Contactos:
Pró Inclusão - Associação Nacional de Docentes de Educação Especial
Quinta da Arreinela de Cima, 2800-305 Almada
Telm: 92 713 83 31
E-mail: proandee@gmail.com
Sítio web: http://proinclusao.com.sapo.pt/index.html
Fonte: www.inr.pt
Data: 27, 28 e 29 de Novembro de 2009
A Pró Inclusão - Associação Nacional de Docentes de Educação Especial pretende contribuir para uma maior identidade e desenvolvimento da profissionalidade dos docentes de Educação Especial na busca de padrões de excelência e inovação nas práticas, na investigação e nas políticas e promover uma educação de qualidade para os alunos com Necessidades Educativas Especiais no âmbito dos valores da Inclusão. Neste sentido, vai organizar este Congresso Internacional. Pode consultar o programa em http://proinclusao.com.sapo.pt/programa.html
Contactos:
Pró Inclusão - Associação Nacional de Docentes de Educação Especial
Quinta da Arreinela de Cima, 2800-305 Almada
Telm: 92 713 83 31
E-mail: proandee@gmail.com
Sítio web: http://proinclusao.com.sapo.pt/index.html
Fonte: www.inr.pt
Padeiro acha rapaz perdido de madrugada
JOSÉ VINHA
Um padeiro, que distribuía pão de madrugada nas Termas de S. Vicente, Penafiel, encontrou um menino sozinho no meio da estrada, vestido de pijama. A criança, autista, acordara a meio da noite, saindo de casa sem que os pais notassem.
"Ando a distribuir pão de há 33 anos, já encontrei de tudo, mas nunca uma criança. Ia na carrinha e vi aquele menino a andar tranquilo, em pijama e de meias, no meio da estrada, àquela hora! Apontei os máximos para ver bem. Parecia o Menino Jesus!", conta Bernardino L. M. "Freitas", padeiro. Eram 4.15 horas.
O menino de cinco anos, autista, tinha acordado de madrugada e, abrindo a porta do apartamento do primeiro andar, descera para a rua sem que os pais ou o irmão mais novo dessem conta. Mas disso Bernardino só saberia bem mais tarde
A primeira reacção do padeiro foi de "espanto" e "medo". "Como rezo muito quando ando a distribuir pão, pensei que fosse uma aparição. Alguma coisa de espiritismo. Estava a acontecer ali um milagre, pensei!", explicou. Depois, teve medo que fosse uma armadilha. "Ainda hesitei sair da carrinha, a criança encostou-se à viatura. Saí e pus os meus dedos nos olhos do menino, ele sorriu e desatou às gargalhadas", recorda.
Depois de tentar conversar com o menino que "não respondia a nada", Bernardino Freitas meteu-o na carrinha. "Liguei o aquecimento e embrulhei-o com uma toalha". Sem saber o que fazer, o padeiro andou com o menino, até que ligou a um irmão para avisar a GNR e foi levar a criança ao posto. Confrontada com a situação, o comandante do posto da GNR do Pinheiro, levou a criança ao Hospital Padre Américo do Vale do Sousa, em Penafiel, onde deu entrada, cerca das cinco horas, na Urgência de Pediatria.
Entretanto, às cinco da manhã, a mãe do menino acordou toda a vizinhança do prédio aos gritos, às seis da manhã. Foi o pai quem deu conta da ausência do filho quando, àquela hora, se levantou para trabalhar e passou pelo quarto do menino. Os vizinhos mobilizaram-se para encontrar a criança que, àquela hora, já tinha sido levada pela GNR ao Hospital Padre Américo de Penafiel.
Pouco tempo depois de o menino ter entrado no hospital, os pais foram ao posto da GNR à procura do filho porque, entretanto, uma vizinha lembrou-se de telefonar para a GNR a dar conta do desaparecimento da criança. Os médicos do Hospital alertaram as autoridades competentes e a situação só ficou esclarecida já a meio da tarde, tendo o menino regressado ao lar.
"Os pais são muito dedicados aos filhos, tiveram um azar e apanharam um susto muito grande. Estou muito comovida com tudo isso, não penso noutra coisa, porque se trata de gente de bem. Se fosse uma mãe que tratasse mal os filhos... mas não é, é de uma extrema dedicação", afiança Rosa Dias, vizinha.
Outros vizinhos contactados pelo JN garantiram que os pais do menino são pessoas "trabalhadoras e dedicadas". "Não há mãe mais extremosa do que a mãe do menino", disse Maria Manuela, dona de uma mercaria. E sublinhou: "Tiveram azar, e todos nós sofremos com isto tudo que se passou. São crianças e às vezes pregam estes sustos".
" Isso aconteceu com essa família, mas para mim é como se tivesse acontecido comigo" desabafou outra vizinha da família. "Foram momentos de pânico que passámos todos. Uns aqui, outros ali, passámos tudo a pente fino a ver se encontrávamos o menino…Felizmente, apareceu vivo", desabafou uma outra vizinha do prédio onde mora esta família.
Um padeiro, que distribuía pão de madrugada nas Termas de S. Vicente, Penafiel, encontrou um menino sozinho no meio da estrada, vestido de pijama. A criança, autista, acordara a meio da noite, saindo de casa sem que os pais notassem.
"Ando a distribuir pão de há 33 anos, já encontrei de tudo, mas nunca uma criança. Ia na carrinha e vi aquele menino a andar tranquilo, em pijama e de meias, no meio da estrada, àquela hora! Apontei os máximos para ver bem. Parecia o Menino Jesus!", conta Bernardino L. M. "Freitas", padeiro. Eram 4.15 horas.
O menino de cinco anos, autista, tinha acordado de madrugada e, abrindo a porta do apartamento do primeiro andar, descera para a rua sem que os pais ou o irmão mais novo dessem conta. Mas disso Bernardino só saberia bem mais tarde
A primeira reacção do padeiro foi de "espanto" e "medo". "Como rezo muito quando ando a distribuir pão, pensei que fosse uma aparição. Alguma coisa de espiritismo. Estava a acontecer ali um milagre, pensei!", explicou. Depois, teve medo que fosse uma armadilha. "Ainda hesitei sair da carrinha, a criança encostou-se à viatura. Saí e pus os meus dedos nos olhos do menino, ele sorriu e desatou às gargalhadas", recorda.
Depois de tentar conversar com o menino que "não respondia a nada", Bernardino Freitas meteu-o na carrinha. "Liguei o aquecimento e embrulhei-o com uma toalha". Sem saber o que fazer, o padeiro andou com o menino, até que ligou a um irmão para avisar a GNR e foi levar a criança ao posto. Confrontada com a situação, o comandante do posto da GNR do Pinheiro, levou a criança ao Hospital Padre Américo do Vale do Sousa, em Penafiel, onde deu entrada, cerca das cinco horas, na Urgência de Pediatria.
Entretanto, às cinco da manhã, a mãe do menino acordou toda a vizinhança do prédio aos gritos, às seis da manhã. Foi o pai quem deu conta da ausência do filho quando, àquela hora, se levantou para trabalhar e passou pelo quarto do menino. Os vizinhos mobilizaram-se para encontrar a criança que, àquela hora, já tinha sido levada pela GNR ao Hospital Padre Américo de Penafiel.
Pouco tempo depois de o menino ter entrado no hospital, os pais foram ao posto da GNR à procura do filho porque, entretanto, uma vizinha lembrou-se de telefonar para a GNR a dar conta do desaparecimento da criança. Os médicos do Hospital alertaram as autoridades competentes e a situação só ficou esclarecida já a meio da tarde, tendo o menino regressado ao lar.
"Os pais são muito dedicados aos filhos, tiveram um azar e apanharam um susto muito grande. Estou muito comovida com tudo isso, não penso noutra coisa, porque se trata de gente de bem. Se fosse uma mãe que tratasse mal os filhos... mas não é, é de uma extrema dedicação", afiança Rosa Dias, vizinha.
Outros vizinhos contactados pelo JN garantiram que os pais do menino são pessoas "trabalhadoras e dedicadas". "Não há mãe mais extremosa do que a mãe do menino", disse Maria Manuela, dona de uma mercaria. E sublinhou: "Tiveram azar, e todos nós sofremos com isto tudo que se passou. São crianças e às vezes pregam estes sustos".
" Isso aconteceu com essa família, mas para mim é como se tivesse acontecido comigo" desabafou outra vizinha da família. "Foram momentos de pânico que passámos todos. Uns aqui, outros ali, passámos tudo a pente fino a ver se encontrávamos o menino…Felizmente, apareceu vivo", desabafou uma outra vizinha do prédio onde mora esta família.
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